Infográfico do G1 mostra como artistas têm som cada vez mais misturado.
Anitta, Paula Fernandes, Teló, Fiuk e Jota Quest estão em fluxograma.
O recém-lançado EP do Sorriso Maroto foi gravado em um estúdio mais
voltado para o pop rock, com um cantor de R&B e uma dupla sertaneja.
O grupo de pagode contou com os serviços de Umberto Tavares e Mãozinha.
A dupla produziu a estreia de Anitta, o próximo disco de Fiuk, o mais
recente de Belo e canções do Jota Quest. Na música (realmente) popular
brasileira, ninguém é de ninguém.
No site americano especializado em música Stereogum, há uma discussão
sobre o que o crítico Chris DeVille chama de “monogênero”. Ele explica
que hoje artistas começam em um estilo. E mudam, por conta de mercado,
produtores e participações. Ficam parecidos entre si. Por exemplo:
Taylor Swift era country, Paramore era punk pop. Em 2013, lançaram
singles na mesma toada.
Nos últimos anos no Brasil, DVDs ficaram cheios com parcerias, antes
insólitas. Hoje, são tratadas como misturas, pegam bem. Nando Reis cola
com Victor e Leo, que gravam com Thiaguinho, que compõe para musa do axé
(Ivete), astro sertanejo (Michel Teló) e ídolo teen pop roqueiro
(Fiuk). Produtores, parcerias e covers unem gêneros no Brasil.
Para explicar como se dá essa mistura, o G1 mostra no fluxograma abaixo as conexões entre 21 artistas de sete dos gêneros mais ouvidos no país, do funk ao rock.
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